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A Paciência Divina: Um Convite Urgente à Santidade e à Salvação Final

Amados irmãos e irmãs em Cristo Jesus, que a graça e a paz do nosso Senhor estejam convosco! Hoje, o Espírito Santo nos convida a meditar sobre um aspecto maravilhoso e, ao mesmo tempo, solene do caráter de Deus: a Sua infinita paciência. Nosso versículo chave para este momento de reflexão está em **2 Pedro 3:9**, que nos declara: “O Senhor não retarda a sua promessa, ainda que alguns a têm por tardia; mas é longânimo para convosco, não querendo que alguns se percam, senão que todos venham ao arrependimento.” Esta Palavra nos revela que o que a humanidade, em sua impaciência e ceticismo, pode interpretar como demora, na verdade é a expressão do amor e da longanimidade de Deus, oferecendo-nos tempo precioso para nos voltarmos a Ele em arrependimento e fé verdadeira.

Quando a Bíblia afirma que “O Senhor não retarda a sua promessa”, ela não está falando de uma lentidão divina, mas de um tempo perfeito, estabelecido em Sua soberana sabedoria. A promessa em questão é a gloriosa vinda do Senhor Jesus Cristo para buscar a Sua Igreja e para o julgamento final. Os escarnecedores da época de Pedro, e de hoje, questionam essa promessa, mas Deus não está sujeito ao nosso relógio. Sua “demora” é na verdade um ato de profunda misericórdia, uma paciência que se estende para cada um de nós. A expressão “mas é longânimo para convosco” nos fala de um Deus que suporta com amor e benignidade as nossas falhas, os nossos pecados e a nossa incredulidade, estendendo o prazo da graça para que haja tempo para uma genuína transformação de vida. Bendito seja o nome do Senhor por Sua inesgotável longanimidade!

E qual é o propósito dessa paciência divina? O texto sagrado é claro: Deus não quer “que alguns se percam, senão que todos venham ao arrependimento”. Que amor imensurável é este! O coração de Deus anseia pela salvação de cada alma. Ele oferece a oportunidade do arrependimento e da conversão a todos. Contudo, amados irmãos, esta é também uma exortação séria: a paciência de Deus não anula a nossa responsabilidade. Se Deus é longânimo para que todos venham ao arrependimento, é nosso dever acolher essa graça, respondendo com uma vida de santidade e perseverança. A Palavra de Deus nos adverte que a certeza da salvação é uma bênção para aqueles que perseveram na fé e na santidade (Hebreus 12:14). Não nos enganemos, pois a negligência da vida cristã e o pecado deliberado podem, sim, levar à perda dessa salvação tão preciosa (Hebreus 10:26-27). O amor e a paciência de Deus nos dão tempo, mas esperam de nós uma resposta contínua de fé obediente e vigilância.

Portanto, meus irmãos, que a paciência de Deus nos inspire a viver uma vida digna do evangelho. Não nos acomodemos, mas aproveitemos cada dia que o Senhor nos concede para crescer na graça e no conhecimento de Cristo. Se hoje o Senhor ainda não voltou, é porque Ele está estendendo a mão para mais uma alma, para mais um coração. Que cada um de nós seja achado em santidade, aguardando a Sua gloriosa aparição, pois somos peregrinos nesta terra, e nossa verdadeira morada está nos céus. Que a esperança da eternidade nos fortaleça nas aflições deste mundo, lembrando que Cristo venceu e nos convida a vencer com Ele.

Oremos: “Amado Pai celestial, somos gratos pela Tua infinita paciência e longanimidade para conosco. Ajuda-nos, Senhor, a não negligenciar tão grande salvação. Que o Teu Espírito nos capacite a viver em santidade, a perseverar na fé e a estar vigilantes, aguardando a gloriosa vinda do Teu Filho Jesus. Em nome de Jesus, Amém.”

Fonte: Bíblia Online