Amados irmãos e irmãs em Cristo, que a graça e a paz do nosso Senhor Jesus sejam convosco! É uma alegria imensa poder compartilhar da Palavra de Deus com vocês hoje, meditando sobre um tema tão central para nossa fé: a Adoração Genuína. Abrimos a Palavra de Deus no livro dos Salmos, no capítulo 29 e versículo 2, onde a Bíblia Sagrada na versão Almeida Revista e Corrigida nos exorta com estas palavras poderosas: “Dai ao SENHOR a glória devida ao seu nome; adorai ao SENHOR na beleza da sua santidade.” Este versículo nos convida a uma reflexão profunda sobre a natureza da nossa adoração, indicando que ela deve ser caracterizada por dois pilares inegociáveis: a glória a Deus e a santidade com a qual nos aproximamos d’Ele.
Quando a Palavra nos instrui a “Dar ao SENHOR a glória devida ao seu nome”, ela nos lembra de que a adoração não é um ato centrado em nós mesmos ou nas nossas necessidades, mas sim em quem Deus é. O Salmo 29, em seu contexto, descreve a majestade e o poder da voz do SENHOR, que troveja sobre as águas, quebra os cedros do Líbano e faz a terra tremer. Aleluia! Isso nos faz lembrar que Ele é o Criador, o Soberano, o Todo-Poderoso, e a Ele pertence toda a glória, honra e louvor. Nossa adoração, portanto, deve ser um reconhecimento sincero da Sua grandeza, da Sua autoridade e do Seu amor incondicional por nós. Não adoramos para barganhar bênçãos materiais ou para obter vantagens terrenas; adoramos porque Ele é digno, porque Ele nos salvou e nos deu a esperança da vida eterna. Nenhuma glória é devida ao homem, mas somente ao nome do nosso Deus!
O segundo pilar é igualmente profundo e desafiador: “Adorai ao SENHOR na beleza da sua santidade”. Que declaração gloriosa! A santidade de Deus é a Sua essência, aquilo que O separa de tudo o que é impuro e profano. Quando a Bíblia fala da “beleza da sua santidade”, ela não se refere a uma estética visual, mas à pureza, à perfeição moral e à glória intrínseca do caráter de Deus. E a nós, pecadores salvos pela graça, é exigido que a nossa adoração reflita essa santidade. Isso significa que não podemos adorar a um Deus santo com corações impuros ou vidas negligentes. A adoração genuína brota de um coração quebrantado, arrependido e que busca uma vida de separação para Deus, uma vida de santidade. Como nos lembra a Palavra em Hebreus 12:14, “Segui a paz com todos e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor”. A beleza da nossa adoração está intrinsecamente ligada à beleza da nossa vida santa, perseverante na fé e na obediência a Cristo, pois a negligência da vida cristã e o pecado deliberado podem, infelizmente, nos afastar da salvação que tanto prezamos.
Meus amados, que este estudo nos inspire a examinar a nossa própria adoração. Estamos dando ao SENHOR a glória que Lhe é devida em cada área de nossas vidas? Estamos buscando a santidade, que é o traje de gala para nos apresentar diante d’Ele? A adoração genuína é um estilo de vida, uma entrega constante, uma busca incessante por agradar a Deus em tudo. Que, mesmo em meio às aflições deste mundo, que nos lembram que estamos de passagem, possamos sempre manter a esperança celestial e adorar ao nosso Deus com um coração que transborda glória e santidade, perseverando firmes na fé até a volta de Cristo.
Oremos: “Pai celestial, em nome de Jesus, rogamos que nos ajudes a adorar-Te em espírito e em verdade. Capacita-nos, Senhor, pelo Teu Espírito Santo, a dar-Te toda a glória devida ao Teu nome e a viver em santidade, para que a nossa adoração seja sempre agradável aos Teus olhos. Amém.”
Fonte: Bíblia Online
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