Amados irmãos e irmãs em Cristo Jesus, é com grande alegria no Espírito que hoje nos voltamos para meditar na Palavra de Deus, que é lâmpada para os nossos pés e luz para o nosso caminho. Nosso tema de hoje é “A Verdadeira Adoração e Seus Efeitos”, e nosso versículo chave, um grandioso clímax do livro dos Salmos, nos convida a uma reflexão profunda: “Tudo quanto tem fôlego louve ao SENHOR. Louvai ao SENHOR!” (Salmos 150:6, ARC). Esta não é uma mera sugestão, mas uma declaração poderosa e um convite universal à nossa mais sublime vocação: a adoração ao Criador. Este versículo final do Saltério nos lembra que o louvor é o propósito existencial de toda a criação, e especialmente do homem, feito à imagem e semelhança de Deus para glorificá-Lo.
O Salmo 150 é um majestoso convite que conclui com um brado universal de louvor. Ele ecoa e resume tudo o que foi cantado nos 149 salmos anteriores, convocando cada parte da nossa existência e cada ser vivente a se render em adoração. A expressão “Tudo quanto tem fôlego” é profunda, irmãos. Ela não se refere apenas aos seres humanos, mas a cada criatura que recebeu o sopro da vida de Deus. Se há vida, há razão para louvar! E quem é digno desse louvor? O “SENHOR”, o Deus Altíssimo, o Eterno, o Criador dos céus e da terra. Para nós, crentes pentecostais, sabemos que o fôlego da vida nos foi dado por Deus, e é o próprio Espírito Santo, o Sopro de Deus, que nos capacita a louvar em espírito e em verdade, até mesmo com novas línguas, como evidência do Batismo no Espírito Santo.
A verdadeira adoração, queridos, transcende os limites de um templo ou de um culto de domingo; ela permeia cada aspecto de nossa vida e produz efeitos transformadores. Quando louvamos ao SENHOR de todo o coração, nossa alma se enche de uma alegria indizível, de uma paz que excede todo o entendimento, e somos levados a uma comunhão mais profunda com o nosso Redentor. A adoração genuína nos santifica, nos aproxima do propósito divino e nos faz fixar os olhos nas coisas do alto, lembrando-nos que somos peregrinos neste mundo e que nossa verdadeira pátria é celestial. Irmãos, a perseverança na fé e na santidade é a evidência de uma vida que verdadeiramente adora. A adoração não é apenas o fruto da salvação, mas também um meio poderoso de nos mantermos firmes no caminho estreito. É na constância do louvor e na obediência que cultivamos a santidade, sem a qual “ninguém verá o Senhor” (Hebreus 12:14). Que jamais negligenciemos nossa vida cristã, pois o pecado deliberado e a apostasia podem nos levar à perda dessa tão grande salvação, conforme nos alertam as Escrituras em Hebreus 10:26-27.
Que o clamor de Salmos 150:6 ressoe em nossos corações, impulsionando-nos a viver uma vida de louvor contínuo. Que a nossa adoração seja uma prática diária, não apenas de cânticos, mas de atitudes que glorifiquem o nome de Jesus. Que a nossa perseverança na fé e a nossa busca incessante pela santidade sejam a expressão mais pura do nosso louvor, mesmo em meio às aflições deste mundo. Lembremo-nos de que somos chamados para a glória futura, e a verdadeira adoração nos fortalece para essa jornada.
Oremos: “Pai celestial, em nome de Jesus, clamamos que o nosso fôlego e toda a nossa vida sejam dedicados a Te louvar. Ajuda-nos a perseverar na fé e na santidade, para que a nossa adoração seja verdadeira e aceitável a Ti, até o dia em que Te veremos face a face. Amém.”
Fonte: Bíblia Online
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