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A Adoração que Eleva: Um Coração Grato na Presença de Deus

Amados irmãos, que a graça e a paz do Senhor Jesus sejam com todos vós! Hoje, o Espírito Santo nos conduzirá a refletir sobre um tema vital para nossa caminhada cristã: O Cultivo de um Coração Grato. Para edificação de nossa fé, abramos a Palavra de Deus no livro de Salmos, capítulo 100, versículos 4 e 5, que nos dizem: “Entrai pelas portas dele com louvor, e em seus átrios, com hinos; louvai-o e bendizei o seu nome. Porque o Senhor é bom, e eterna, a sua misericórdia; e a sua verdade dura de geração em geração.” Neste salmo, somos convidados a uma adoração que brota de um coração que reconhece a soberania e a imutável bondade de nosso Deus, uma chave para a alegria e a perseverança em meio a um mundo de aflições.

Olhando para o versículo 4, “Entrai pelas portas dele com louvor, e em seus átrios, com hinos; louvai-o e bendizei o seu nome”, percebemos que o salmista nos convida a uma entrada festiva e reverente na presença do Eterno. As ‘portas’ e ‘átrios’ nos remetem ao antigo Templo de Jerusalém, o lugar da manifestação da glória de Deus. Contudo, para nós, crentes em Cristo Jesus, o acesso à presença divina é espiritual e contínuo, franqueado pelo sangue do Cordeiro. Não entramos de qualquer forma, mas com “louvor” e “hinos”, que são expressões de gratidão e adoração. Não é um formalismo, mas o transbordar de uma alma que reconhece a grandiosidade do Criador. Nossa adoração pentecostal é marcada por essa liberdade e efusão do Espírito, que nos capacita a louvar e bendizer o nome do Senhor com todo o nosso ser, em espírito e em verdade, reconhecendo que Ele é digno de toda honra e glória.

A razão para tamanha exultação nos é revelada no versículo 5: “Porque o Senhor é bom, e eterna, a sua misericórdia; e a sua verdade dura de geração em geração.” Aqui está o fundamento inabalável da nossa gratidão. Não somos gratos por coisas passageiras ou por promessas vazias, mas pela essência do próprio Deus. Ele é *bom*, não apenas em atos, mas em seu caráter. Sua *misericórdia* é eterna, um amor que não se acaba, que nos alcançou em Jesus Cristo e que nos sustenta a cada dia, apesar de nossas falhas. E a Sua *verdade* – Sua fidelidade e Seus propósitos – permanece inabalável de geração em geração, uma âncora para a nossa alma. Em um mundo onde tudo é incerto, e onde as aflições buscam nos roubar a paz, saber que Deus é bom, misericordioso e fiel nos dá a base para a esperança não nas riquezas materiais, mas nas promessas celestiais e na vinda gloriosa de Cristo. Aleluia!

Amados, o cultivo de um coração grato é um exercício diário de fé e vigilância. É lembrar que somos forasteiros e peregrinos neste mundo, e que nossa esperança maior está nas moradas eternas. Cultivamos a gratidão ao reconhecer as maravilhas da salvação que nos foi concedida pela graça, ao sentir o consolo do Espírito Santo em nossas tribulações e ao perseverar na busca pela santidade. E é aqui que se une a nossa gratidão e a nossa responsabilidade. A certeza da salvação, irmãos, é uma bênção maravilhosa, mas ela é para aqueles que, com um coração grato, perseveram na fé e na santidade, como nos adverte Hebreus 12:14: “Segui a paz com todos e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor.” Não podemos, em gratidão a Deus, negligenciar a vida cristã nem pecar deliberadamente, pois a Palavra em Hebreus 10:26-27 é clara quanto às terríveis consequências da apostasia e do endurecimento do coração. Que a nossa gratidão nos impulsione a viver cada dia em consagração ao Senhor, para que possamos, pela fé e obras, alcançar a salvação final. Que o Senhor nos ajude a manter um coração grato, vigilante e santo até a Sua volta.
Oremos: Grandioso Deus, te rendemos graças por Tua bondade, misericórdia e fidelidade. Ajuda-nos a cultivar um coração grato que se manifeste em perseverança na fé e na santidade. Capacita-nos, pelo Teu Espírito, a viver em Tua presença, aguardando com alegria a volta de Jesus. Amém.

Fonte: Bíblia Online